terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Look around, the writing's on the wall
Don't you think we're all feeling crazed
In a world, where nothing's as it seems
Paved with broken dreams, I found truth
My God, I should know you're right
I should know it's right to say I thank you for my days

Come around and see the other side
Stepping stones, away from the limelight
Come around and breathe in piece of mind
And for it all, I thank you, I thank you

Sit down, lose yourself in thought,
Then you might find out it's all we've got
Take a chance, the future's in your hands
Make it what you can before your time has reached the end

Come around and see the other side
Stepping stones, away from the limelight
Come around and breathe in piece of mind
And for it all, you you'll make it - on your own
Yeah, you're free
Stepping stones, away from the limelight
Come around, and breathe in piece of mind,
And for it all I thank you

[The Calling - Thank You]

Último mês do ano, todo mundo ao meu redor (em sua maioria) se lascando com namoros, nessas horas eu penso "Porra, ainda bem que estou solteiro". Melhor ter sofrido no começo que no final... Ou não. Sei lá, o importante é que tô bem. O começo dessa música do the calling me lembrou alguém que entrou recentemente em minha vida, e achei engraçado isso, porque seria normalmente algo que assusta as pessoas ou pelo menos choca elas, mas pra mim isso foi bem admirável na verdade. Acho que me admiro com as coisas ditas como incomuns.

Enquanto isso, Sr. Aiba Katsu fica cheio de leseiras na internet, com um tempo enorme para ler e escrever. Sr. Aiba Katsu também tem que treinar músicas, mas está perdendo muito tempo dormindo no meio do dia, veja que ele quase perdeu de cumprir um de seus compromissos porque estava dormindo. Muito bonito, não é Sr. Aiba Katsu?

Já já vou voltar a ler e voltar a escrever. Tá, vou treinar também. Preciso organizar umas coisas também para poder finalmente viajar para São Paulo. Ou assim espero. Alguém torça para que as empresas aéreas fiquem boazinhas no final do ano.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Rosario e Flores

Looking for something
Place of liberty
I just wanna be absorbed in...

[...]

I own two treasures
Wish and flowers
I just don't care about my past

[...]
(SADS - Rozario to Bara)


Com esses trechos originalmente em inglês de Rozario to Bara, eu começo esse post. Dias interessantes vem se mostrando e com eles uma confirmação de uma "habilidade" minha chamada de "facilidade de lidar com pessoas" o que aproxima boa parte delas para mim.

Conseqüentemente com o tempo eu vou percebendo que 90% das que se juntam a mim são depressivas ou pessimistas... noiados também. 10% são pessoas comuns, sem muitos problemas, até otimistas diria. Talvez seja um imã que eu tenha... Algum aspecto de mim mesmo que seja igual aos que atraio.

Digamos que... Já que meu ponto mais fraco é o otimismo (não que o pessimismo seja forte, mas que o realismo seja demais) eu atraio poucos otimistas. Mas por eu viver insatisfeito com as coisas e as vezes até deprimido com essas coisas eu atraio pessoas deprimidas/depressivas. O que se mistura muito com meu ideal quase morto de ser um anjo da guarda das pessoas que gosto e das pessoas que tanto fazem pra mim (apesar de que até as pessoas que eu não gosto também se favorecem comigo muitas vezes).

Essa mistura de atrair pessoas de mal com a vida + querer ajudar pessoas dá uma equação que me irritou bastante durante muito tempo, mas hoje em dia eu tenho vivido tanto como se nada mais importasse... Ou melhor dizendo... Vivendo como se não precisasse me preocupar tanto com as coisas, viver um dia de cada vez. E isso tem diminuído muito essa minha ânsia super-heróica.

O que não quer dizer obviamente que eu estou virando frio e mandando o mundo pro inferno, mas sim que eu não estou tão dependente de trazer felicidade aos outros para me tornar feliz, embora que ainda hoje isso me faça muito bem, mas prefiro ser feliz por mim mesmo.

Hoje assim como na música, eu procuro um lugar pra ser livre pra fazer as coisas do meu jeito (sem invadir o espaço dos outros), um lugar para me absorver, sabe? Como se existisse um lugar que não fosse um conto de fadas mas que quisesse minha presença. Eu também, assim como na música tenho desejos e flores. Afinal humano. A única coisa que não posso dizer que sigo igualmente a música é falar que não me importo com o passado, pois foi ele quem me fez quem sou hoje, e o que sou hoje é o que vai me fazer ser a pessoa que serei amanhã, pois amanhã... hoje será passado.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Wings of Glass

I open out my wings of glass
Up and towards the wind-melted future
So just please don't go
please don't go
wanna be close to you

I'm now forgetting even the colors of your tears and love
So just please don't go
please don't go
Holding on strong to what lies ahead

The bells of reality ring out loudly from down deep within
and disappears along with all the wind


Começar um post novo com um trecho de Glass Skin (Album Mix) do Dir en Grey...

Fazia tempo que eu não postava aqui, realmente acho que por falta de motivadores... motivadores negativos diria, afinal só escrevi aqui quando estava pra baixo ou em momentos solitários... Pouca coisa mudou é verdade, ainda estou bem solitário e cada dia pensando mais, afinal passar muito tempo sozinho dá nisso. Mas com certeza não estou mais pra baixo, pelo menos não agora.

Finalmente as férias chegaram e eu estou com mais tempo pra muita coisa. Voltarei a escrever aqui com mais freqüência e voltar a fazer minhas fanfics também...

Anyway... Tenho mais nada pra falar aqui não... acho que a música fala por si.

Minha memória está cada vez mais embaçada, acho que por isso voltei a jogar Kingdom Hearts: Chain of Memories... Porque ele fala exatamente sobre isso, memórias verdadeiras e falsas. E sempre me ajudou jogar aquilo para arranjar a resposta que eu tô procurando (sim, esse jogo pra mim é um ótimo livro de auto-ajuda).

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Talvez levaram a palavra "jogo" com um sentido diferente do que eu tenho na cabeça... =/

Se eu pudesse voltar ao passado acho que só existiria uma ação que eu gostaria de não ter feito, independente da minha intenção, porque afinal aparentemente ela não é levada em conta e tudo o que eu fiz está me trazendo conseqüências que eu não queria, conseqüências injustas até... mas conseqüências entendiveis... mas o que posso fazer... Não costumo me arrepender de coisas que eu fiz, principalmente de coisas com intenções boas... mas se esse determinado ato tiver um efeito colateral de mazela e solidão por causa dessa minha mudança... O que eu posso fazer? :/

Não era isso o que eu queria, o que eu queria era ajudar... Espero que alguém me entenda. Mesmo que demore horas...dias...meses...anos... não sei... só espero que entenda.

Cumpro a sentença,
e compenso o que a cela limita
Peço licença de meu senso
e me faço visita

Me conto como está um antigo amigo inventado
Confesso a saudade de estar comigo ao meu lado
e tento cavar um túnel
que me leve de volta
a tudo que me prendeu
sem saber ao certo se era eu

Naquele instante
diante da chance
de roubar um pouco de paz
roubar um pouco de paz
preso por não ter sossego

Sem recompensa
um clima tenso e a pena me irrita
mas não faz diferença
me convenço e cancelo a visita

me dou um bolo sem nenhum sabor
bolo um plano de fuga à prova de dor
e tento cavar um túnel
que me leve de volta
ao mundo que me prendeu
sem saber ao certo se era eu

Naquele instante
diante da chance
de roubar um pouco de paz
roubar um pouco de paz
preso por não ter sossego

Brigo pelo estopim de um motim, de uma fuga em massa
uma rebelião qualquer que me devolva a graça
e um sol quadrado não me aquece, já não amanhece
o brilho que existia em meus olho

Naquele instante
diante da chance
de roubar um pouco de paz
roubar um pouco de paz
preso por não ter sossego

[Jay Vaquer - Por um Pouco de Paz]

domingo, 14 de setembro de 2008

I just learned to like games... it's not my fault... well maybe a little...

Algumas pessoas talvez me tirem como filho da puta por causa de uma das minhas atitudes de ontem...

alias talvez algumas pessoas estejam me tirando como filho da puta por um monte de atitudes de ontem, porém apenas uma é compreensivel, as outras foram pressupostas por conta do meu antigo jeito de ser (contabilizem antigo jeito = do ressaca shc pra tras). Por isso sendo pressupostas são apenas coisas que pessoas possam achar que eu estava fazendo sem eu estar fazendo... complicado explicar mas quem tiver interesse no que eu escrevo é capaz de entender (afinal é esse o principio da concentração: se interessar).

Mas voltando a unica atitude de ontem que possa ser compreensivel para eu obter o possivel rotulo de filho da puta. Eu realmente não quero falar a atitude em si saca? Prefiro que os que sabem qual é que raciocinem por si. Mas porque eu fiz essa atitude ontem? Eu não tava afim de "realizar tal ato" na verdade ultimamente eu tenho me sentido bem frio quanto a isso (pra nao dizer apenas frigido).

Enfim, porque fiz isso? Porque acabei aprendendo a gostar de jogos (joguinhos, fodam-se como queiram chamar) assim como tá escrito em inglês no titulo do post. É minha culpa? Talvez um pouco. Mas também não é culpa dos outros. É culpa da evolução mental de cada ser humano.

O fato de eu ter aprendido a gostar de joguinhos é que esses mesmos joguinhos me ensinam coisas novas sobre a vida a cada dia, e apesar de alguns joguinhos talvez fuderem com a alma de algumas pessoas eu faço pra dar dicas a essas mesmas pessoas. Afinal foi assim que eu aprendi a gostar de joguinhos. Com o povo me fodendo a lot com um joguinho infantil contra meus sentimentos. Aprendi que isso fortalece as pessoas. Seja a brincadeira daquela filha da puta com meu anel (coisa que falei no fotolog, favor nao maldar a palavra anel), seja o que o que me aconteceu no ressaca shc. De fato as coisas mudam, e comigo mudam numa velocidade estranha e muito rapida. O que me faz ter certas dificuldades na adaptação de um "novo-eu". Mas a adaptação acontece.

Quem quiser ter uma atitude identica a minha pre-ressaca-shc vá em frente, me chame de filho da puta por ter feito o que eu fiz. Não sou tão diferente de todos que fizeram algo comigo. E não, a questão não é que eu me tornei igual aos outros. A questão é que agora eu uso a ferramenta do meu antigo sofrimento como ferramenta de evolução, minha e dos outros. As pessoas do passado que fizeram coisas ruins comigo fizeram por prazer proprio, entre outras razões egoistas. E sim o que eu faço é de certa (ou total) forma egoista, quem nao é egoista nessa merda de mundo? Mas ao menos meu objetivo é mais nobre, ao menos eu acho ele nobre. Tanto eu não penso em mim que nem de pau duro eu fico nessas situações que normalmente me excitariam bastante! Just for science... Algo assim.

Tenho um pensamento. Primeiro veio o caos para que depois viesse a criação. Eu uso muito o caos pra realizar as coisas. E penso como aquele pensamento: "não importa os meios, o que importa sãos os resultados". Se meu objetivo não é uma coisa só pra mim porque eu não posso fazer? (acho que lelouch concordaria comigo *code geass mode on*)

Se machuco, me perdoem... é o preço que eu pago por tentar fazer algo bom pra mim e pros outros... Eu não sei se fui destinado a ter amigos por longas datas (se fui destinado a perder amigos) ou se fui destinado a ter apenas amigos que compreendam meu modo de pensar ou se fui destinado a algo, na verdade nem em destino acredito mto.... O que eu sei é que...

Sou um filho da puta
Sou um companheiro
Sou um amigo
Sou um inimigo

Sou tudo o que vocês precisarem que eu seja.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

mini-fuga 01 : reflexão sobre fantasmas

No meio da noite o que mais poderia me deixar perturbado? É perceber que está tudo bem. Porque minha mente calejada vai procurar motivos para que eu me sinta triste e, focada nessa busca insana, minha cabeça tenta me fazer esquecer que está tudo bem...

E está tudo bem, mas por que eu preciso tento me sentir triste, ou melhor, por que eu fico querendo achar defeito em tudo o que eu faço? Por que eu busco inconscientemente essa tristeza da qual eu tanto fujo? Essa tristeza que não é minha, por que eu a quero tanto? Não, não sou eu. Não pode ser. Eu raciocino agora e vejo que não é o que eu quero, mas quando menos percebo já estou tocando nessa melancolia que não é minha.

Já sei, é o costume! Costume de passar horas e horas, dias e noites, meses e quase semestres vendo tudo ruir, vendo tudo errado, olhando só o lado ruim. É o costume, só pode.

São como fantasmas. Fantasmas não são diferentes disso. Eles são mortos que surgem na terra pra assombrar, assim como essa melancolia qualquer. Só pra assombrar. Não pertencem a esse mundo, assim como essa melancolia não pertence a mim.

Seres humanos são tão interessantes... Tem uma vida que não é nada complicada. Qual o segredo de estudar, arrumar um emprego, reproduzir-se, sustentar-se e morrer? Se a vida fosse automática isso não teria problema nenhum, mas alguém teve a “grande” idéia de nos dar inteligência, raciocínio, aí criamos a filosofia. Começamos a pensar demais... E terminamos por tornar nossas vidas complexas por termos mentes complexas. A gente arruma cada coisa inútil pra nos distrair de uma vida fácil para termos uma vida estressante e complicada. Somos tão repletos de fantasmas... Ou melhor... Repletos de nossa própria mente que nos tornamos um grupo de autistas que compartilham um autismo coletivo! é serio.

Somos autistas...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ariano confirmou: eu sou mesmo dramático! O:

Cara eu estou cada dia mais “ohmygodizado” com as aulas de Ariano!!! Nunca pensei que uma aula sobre estética fosse tão foda! Agora sei porque a aula de Flávia Suassuna é tão foda! Tá na essência! Ta no sangue dos Suassuna! (e não adriana... vc não vai casar com flafla nem eu com ariano u_u) Vou até falar de uma das várias coisas que ele falou.

Ele falou sobre o Trágico e o Dramático. Vocês sabem (imagino) que a palavra “trágico” é usada de maneira totalmente errada no nosso cotidiano né? Todo mundo usa trágico para uma situação dolorosa tipo a morte de alguém que foi atropelado... mas isso não é trágico. Não vou explicar o trágico porque eu quero falar é do Dramático! Essa palavrinha também é usada de maneira errada no nosso cotidiano! Dramático não é aquele que faz showzinho ou que é extremo demais nas coisas que sofre ou sente...

Dramático é aquela pessoa comum que sofre alguma situação ou momento (Ariano usou a palavra Destino) doloroso alheio à própria vontade!! Ou seja, dramático sou eu que me fodo pra caraleo por conta de coisas que não acontecem de acordo com a minha vontade, e sim por conta de fatores externos a mim!!!!

Eu sou realmente dramático no sentido real da palavra! (apesar de também ser extremo no que sinto e sofro) e aposto dez centavos que um monte de gente que comenta aqui também é dramático! (também no sentido real)

Mas enfim, terminando o post... me deu vontade de ser aquele típico aluno que fala com o professor após a aula, troca idéias com ele (oi adriana+flávia XD) sabe? ser amigo de ariano, mas eu sou muito introvertido D: comofas//

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Força do Sentimento

Aproveitando o gancho que eu deixei no post anterior eu me senti com necessidade de escrever esse post... que fala exatamente dessa palavra... Sentir.

Falei antes da força do pensamento e como ela supostamente nos traria aquilo que mais pensamos, seja algo ruim ou bom, e como ser paranoico atrapalha bastante nessa "lei da atração"...

Mas existe outra coisa tão ou mais forte que a força do pensamento... a força do sentimento.

Eu nunca tive experiências tão extremas com sentimentos como nesse maldito ano corrente (2008) e essas experiências estão me mostrando o quão dificil é entender um sentimento, ou melhor, o quão dificil é TER um sentimento.

A questão é tanta que quando você chega a ter um sentimento você nunca conseguirá compara-lo a um sentimento anterior, principalmente Amor. Na vida um ser humano é capaz de amar milhares de pessoas, mas nunca, nunca mesmo, ele vai sentir o mesmo tipo de Amor por cada pessoa. Serão sentimentos diferentes, sempre.

Mas voltando ao TER um sentimento, isso não é algo que você possa escolher como um produto do supermercado... É algo que simplesmente surge e dependendo do tipo de sentimento (amor, odio, paixão, etc) ele pode ser tanto efemero quanto "eterno" (vale frisar as aspas porque eu não conheço nada eterno até o momento, mas sim algo extremamente longo).

Isso me faz lembrar do meu post sobre "O amor nos tempos contemporaneos"... Aquela coisa de que as pessoas hoje em dia preferem relacionamentos de curto prazo apenas para se satisfazerem e tal... O Grande e enorme problema de juntar as informações desse post com aquele post é que você chega a um entrave: E se uma das partes desenvolver um sentimento X e a outra parte um sentimento Y?

Isso não proibe que o X vire Y e vice-versa, como também ambos podem virar XY, mas isso não é algo fácil, as pessoas não conseguem se forçar a sentir o mesmo. O que me faz pensar que já passei pelos dois tipos. O sentir algo e o não-sentir algo. Sei como é ruim gostar de alguém que não te ama igualmente, e também sei agora como é ruim ser amado sem amar....

Sim, pessoas que passam pelo "ser amado" sempre desejam poder chegar a amar o outro... mas só o fato de ele perceber que a situação é essa (ser amado mas não amar) já cria uma enorme barreira, um enorme obstaculo para conseguir sentir o mesmo... As vezes nem ao menos sabemos o que sentimos e por isso tiramos conclusões apressadas do tipo "achar que não ama" ou coisas do genero... Os seres humanos são impacientes por natureza e querem respostas rapidas e precisas... mas existem assuntos que deveriam ser tratados com calma....

Falar é fácil... Mas a situação é extremamente delicada... Já me dei conta que ambos saem feridos... e as feridas podem nunca fechar... (ou como no caso do eterno... serem extremamente duradouras...)

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Força do Pensamento

Me vem a cabeça aquela velha história sobre "o pensamento rege o mundo". Quando se diz a um depressivo ou simples pessimista que se ele pensar positivo, se ele pensar em coisas boas, logo ele as terá, mas enquanto ele mantiver seus pensamentos ruins, ele não vai atrair muita coisa boa. A velha "Lei da Atração".

Juntando a isso me vem a cabeça os problemas psicologicos causados por traumas, sendo mais especifico nesse caso, a Paranoia. Um paranoico (ou noiado para os mais intimos) é aquele tipo de pessoa que incontrolavelmente e sem perceber pensa que tudo está vindo contra ele/ela mesmo que nada tenha acontecido.

Junte um paranoico a lei da atração e o que teremos? Supostamente uma pessoa que realmente só tem mazelas por perto. Isso se aplica a mim, com certeza. Porque um paranoico por mais que passe por coisas boas, ele vai, sem perceber, começar a elaborar mil e uma maneiras de tudo o que está certo para ele chegar a dar errado ou que tenha algum defeito essa "felicidade".

A questão é que se a força do pensamento faz milagres, um paranoico nunca vai ter milagres por culpa de seu inconsciente. Afinal, não adianta um paranoico ter noção de sua condição ou que seja alertado por outros sobre a mesma... Ele incontrolavelmente vai pensar no lado ruim das coisas.

Claro que isso não exclui o fato que paranoicos também querem ser felizes e pensam coisas boas para tentar atrair as coisas boas. Mas penso eu aqui por experiência própria... Será que o pensamento de um paranoico como eu não é forte o suficiente para atrair coisas boas duraveis/saudaveis/whatever?

Se for uma questão de Força de Pensamento... Penso realmente se a causa das minhas mazelas é não ter um pensamento meio Rambo...

Imagino então que para eu ter minha felicidade de volta eu deveria ir num psicologo tratar minha paranoia...

Ou ainda sem descansar, continuar vivendo a vida como ela é e esperar que um dia eu volte a me sentir bem...


Por falar em sentir... isso me deu margem pra outro post..................

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Tinha que fazer um post made in federal....

Eu iria falar sobre a frase que copiei no fotolog, uma de Louis do livro "Entrevista com o Vampiro", mas sei lá... mudei de idéia. O livro é muito bacana, a tradução de Clarice Lispector está muito boa, mas não quero me atrever a fazer um comentário sobre Maldade e Bondade...

Eu não tenho tanto contato assim com ambas as partes mesmo já tendo me fodido bastante durante esses meus 20 anos de vida. Quem sabe quando eu tiver mais velho e com mais experiência eu chegue aqui e me atreva a escrever sobre essa mesma frase...

Hoje acho que vim escrever sobre o motivo de eu ter tirado meu blog do silêncio e mostrado ao mundo... Como vocês podem notar logo no começo do blog era pra ser um lugar onde eu esconderia meus sentimentos do mundo para não criar conflitos com ninguém...

Mudei de idéia quando me bateu um pensamento: "Se eu esconder meus sentimentos, estarei escondendo a mim mesmo... Se eu esconder a mim mesmo, serei nada mais que um zumbi no mundo... uma peça de xadrez ou um ator de teatro..."

Claro não pensei tudo isso, escrevi essa frase agorinha mas o pensamento foi mais ou menos assim, só que menos bonitinho.

Eu sei que meu excesso de sinceridade pode irritar algumas pessoas, magoar outras e inclusive me botar nas mais complicadas situações... Mas é... prefiro viver assim... O mundo ao meu redor tem que me aceitar como sou, ou simplesmente me deixar. Se não aguentarem meu jeito que se distanciem... Eu já sou tão acostumado com a solidão que não me importaria... Apesar de torcer que não me abandonem jamais... Mas a vida é assim... uns vem... outros vão...

Acho que já falei algo muito parecido em algum lugar... seja no fotolog ou no michigarden (outro fotolog que eu usava na época que eu entrei em conflito...) mas na prática agora está sendo assim... minha sinceridade vai ser alta e visivel... desculpem-me aqueles que não gostarem disso...

Também acho que vou falar aqui de algo da minha vida que tá acontecendo... devia ter postado no fotolog na verdade... mas esqueci... talvez eu poste isso lá algum dia.

A questão é que eu sou uma pessoa de sensibilidade espiritual... algumas pessoas chamariam de mediunico. De uns dias pra ca minha sensibilidade que tinha sumido voltou tão subitamente que eu me assustei ao mesmo tempo que fiquei feliz... mas com ela voltou algo que eu não via a mais ou menos 4 anos...

Notei que certas coisas que eu faço eu me recordo no dia seguinte, mas não lembro exatamente como foi que eu fui capaz de fazer... Explicando... Como se eu tivesse com algo na cabeça e da água pro vinho eu tivesse mudado de atitude na mesma hora ou momento ou dia...

Aconteceu comigo sábado....

O que eu acho que é isso que eu não vejo a quatro anos?... Personalidades............

domingo, 10 de agosto de 2008

O amor no mundo contemporaneo

Faz um tempo que estou compondo uma música sobre Hipocrisia. Aconteceu depois de um fato que não vou comentar aqui porque não importa realmente. O caso é que depois de coisas que aconteceram ontem comigo eu me peguei pensando no Amor visto pela ótica das pessoas do mundo de hoje.

Eu desde minha criação (mentira, só quis deixar mais poético) eu nunca fui muito fã do verbo mais famoso e praticado nos tempos modernos: Ficar. Mas como a vida continua, o tempo não pára e os comportamentos são alterados por influências externas eu posso dizer com convicção que hoje em dia eu continuo não sendo fã, mas que adquiri uma certa indiferença com ficar ou não.

A questão que vim abordar aqui é que existe um lado filosofico nisso tudo (ou pelo menos um lado que me fez pensar por alguns minutos). "Por que quando ficamos com alguém nós acabamos trocando carinhos, abraços, beijos, afetos tão parecidos (ou melhor... iguais) com quando temos um relacionamento sério?"

Vim pensando que o mundo por mais frio e oportunista que tenha se tornado, por mais desvirtuoso e luxuriento (será que existe essa palavra?) que esteja, ainda procura momentos de companherismo, de troca de carinhos, de romance (por mais curto que seja). O fato é tanto que inclusive as pessoas mais fechadas, frias e anti-sociais procuram pessoas para ficar ou namorar, ou pelo menos assim desejam.

É bem idiota esse ponto de vista, levando em conta que não se deve acreditar que uma pessoa possa ser uma prioridade tão grande, ou melhor, que uma pessoa seja responsável por esses momentos de paz quando eles deveriam ser feitos por nós mesmo (isso foi o que me ensinaram esse ano). Mas é algo que acontece o tempo todo, por mais que muita gente discorde (por puro orgulho de dizer "não é assim e você está errado").

O fato é que o mundo se tornou tão caótico que essa busca de todo ser humano se tornou mais efêmera com o tempo, agora é mais conveniente satisfazer essa necessidade natural da maneira mais rapida e pratica. não importa mais a duração, contanto que você consiga.

Eu possivelmente não estou conseguindo passar exatamente o que vem a minha cabeça sobre o assunto que deixei em negrito lá em cima, mas acho que dá pra dar uma base para mais pensamentos vindo de quem quiser ler isso.

Na verdade eu ainda não falei o paralelo entre a música que estou fazendo e esse assunto.

Pensem comigo (mesmo que não concordem): ao mesmo tempo que é hipocrita falar de/criticar coisas das quais você é contra, mas por trás das cortinas faz igual ou semelhante, assim é com o amor. Você fica para ter as mesmas regalias que teria namorando, mas escapando do fato de ter que se importar mais tarde, ou seja hipocrisia de momento, se sentir bem temporariamente.

Certo dia ouvi no onibus um "pegador" falando sobre como ele agora tinha desistido de ser pegador e queria agora algo sério. E o modo como ele comparou o Ficar e o Namorar foi esplendida apesar de eu não conseguir reproduzir aqui na integra. Mas é mais ou menos assim: quando você quer ficar com alguém você tem que ficar dando em cima pra caramba, praticamente se humilhando, para conseguir ter algo com essa pessoa por um espaço de tempo curto ou no minimo duvidoso, e tem que repetir essa ação toda vez que sai e quer se sentir bem acompanhado. Já quando você namora você não precisa de nada disso, já que tem alguém que te ame e que você ame já do seu lado, e isso evita um montão de trabalho. O mesmo pode acontecer com ficar novamente com uma mesma pessoa em um dia diferente, mas ainda assim existe o caso da pessoa não querer mais, no namoro só acontece quando acaba, e pra acabar não é tão fácil quanto parece (claro, se realmente existe amor).

Bem enfim, isso mesmo ae... Leia aquele que tiver coragem, comente aquele que tiver audacia, e respeite aquele que for humilde.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Vida de escritor é um pouco solitária pra falar a verdade.

Por mais que muitos dos escritores passem sua vida escrevendo sobre sua solidão, sobre como gostariam de ter alguém por perto, eles sempre serão sozinhos. Afinal, não dá pra escrever com alguém por perto, ou melhor, não dá para duas pessoas escreverem algo no mesmo papel, na mesma tela de computador, enfim... Escritores sempre estarão sozinhos pelo menos em sua hora de inspiração.

A inspiração e a criatividade é algo que muita gente, por não ter ou não achar que tem, inveja nos escritores. Pessoas que não escrevem gostam de estar perto dessas pessoas que escrevem, até das pessoas que lêem, porque elas sempre terão mais idéias, mais capacidade de criar situações novas, ou assim deveria ser o comum.

Os escritores passam horas, às vezes minutos ou segundos, ou até mesmo dias, meses, anos para conseguirem traçar suas metas... a questão é que muitas pessoas morrem de esperar por eles, e outras muitas vezes, essas pessoas acabam por abandonar eles por terem conseguido algo melhor pra fazer ou alguma idéia mais rápida.

O mundo é cheio disso, o caminho mais rápido, mais fácil, e nem os escritores estão isentos disso. Escritores também se frustram, com a mesma intensidade que amam, com a mesma facilidade que pensam. Escritores podem ser teoria sem prática, outros prática sem teoria... Nunca serão completos. Alias nenhum ser humano será completo. Buscam sempre alcançar aquilo que os falta, os escritores e as pessoas comuns, podem sempre chegar muito perto do que querem, mas nunca conseguirão totalmente.

A perfeição, tanto na escrita quanto na vida, é uma utopia, mas acreditar em utopias é o que faz o mundo girar. Os homens precisam da ilusão do amor assim como precisam da ilusão de Deus”.

Ser escritor é voar alto... Voar alto para onde?

Ser escritor... É estar distante... Estar longe estando no mesmo lugar.

Ser escritor é nada mais que personificar o caos que existe em todo ser humano, independentemente da origem desse mesmo caos.

Ser escritor é ter a capacidade de escrever pouco escrevendo muito.

É escrever muito escrevendo pouco.

Ser escritor é querer mais do que todos esperam, e menos do que todos imaginam.


E é assim que eu começo esse novo momento nessa clausura. Bem vindos amigos.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Primeiro post com dois marcadores...

E o dia tava andando de maneira nada ruim... nada ruim mesmo. Aí de repente, aula de inglês, mo enrolação... até que...Clipes... Clipes... Clipes... Vemos É isso Aí da Ana Carolina com Seu Jorge e a versão original feita por Damien Rice "Blower's Daughter" tema de CLOSER...

Nem preciso dizer ne?

Acabou a aula, não teve mais nada... fui segurar o que queria sair lá na biblioteca. Não passo muito tempo e vou embora pra casa... no caminho não dava mais pra segurar...

Antes de ir embora, li um conto do meu amigo Emerson. Tinha uma frase que dizia mais ou menos assim: "Escolhas Certas só são certas para aqueles que decidiram"... um conto triste... auto-biografico... onde nem sempre nós mesmos fazemos parte da escolha certa porque simplesmente alguém decidiu que não fazemos parte da escolha certa.

Obvio ne?

Obvio... Triste... e eu não posso manter dentro de mim... eu tava tão bem! PORRA! TÃO BEM! ç_ç MALDITA PROFESSORA DE INGLÊS! e o pior foi a gente dizendo "Professora muda de música, tem muita gente aqui remoendo coisas" e a professora "De jeito nenhum". Puta que pariu! Vá se fuder sua vaca ç_ç

Que nessa clausura fique essa mistura de "Solidão" e "Amor?"

Que nessa clausura... deveria ficar eu.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Curtindo a Solidão... ou não...

De vez em quando me bate aquela sensação, que não sei se só sou eu que sinto, de que você faz uma boa ação e depois fica por isso mesmo, você a fez mas depois nada mais importa, porque mais nada resta.

Como explicar isso para ninguém? Bem... é a tipica sensação de você não sobreviver sem ajudar os outros, mas também ao ajudar, se vê afastando todos, porque assim, eles não tem mais o que fazer perto de você...

Uma noia, uma verdade, quem vai saber? Só o tempo...

O que sinto agora é como se parte de mim gostasse de estar assim, sozinho. Mas a outra parte gritante não suporta essa solidão. E não sei... mais parece que quando eu estou assim dividido, não importa o quanto eu escreva, isso simplesmente não sai de mim!

É como me disseram: perturbação mental que eu mesmo criei...

Eu sou o demonio que cerca a mim mesmo... e que por ser tal, sobrevive do que os outros falam, pensam ou sentem. ou talvez seja só drama demais isso...

A verdade é que... Nessa Clausura, eu gostaria de pela primeira de muitas outras vezes, me colocar dentro dessa caixa ao invés de colocar apenas as dores e coisas ruins que sinto. Ah se eu pudesse voltar no tempo... mas o tempo não volta... a maquina do tempo nada mais foi que uma criação desesperada de quem tinha muito o que consertar se pudesse voltar atrás... mas voltar atrás não é possível... mas e recomeçar?

o filme de Narnia me disse ontem: "As coisas não acontecem 2x da mesma maneira"......... recomeçar.... é possível?

Vencer essa solidão, ou fazê-la simplesmente não se mostrar viva em mim, ou melhor, ser indiferente a isso... será que é possivel?

Que saudades daquele velho despreocupado...

domingo, 1 de junho de 2008

Bom dia não-leitores (ou amigos-invisíveis, ou... enfim ninguém lê isso mesmo)...

Talvez seja o primeiro de muitos posts para esse marcador. Tentar tirar essa coisa que me incomoda de tempos em tempos. Não que seja algo que me faça mal. Mas é algo que me faz sentir um sentimento bom que fica melhor ainda quando matada: a Saudade. Mas aí que mora o incomodo, não poder matar a saudade.

Todas aquelas lindas memórias, querendo voltar, querendo ser sentidas mais uma vez... E não podendo nem ao menos aparecer pra dar um "Oi, como vai?". É uma sensação interessante essa. Não faz mal, o sentimento é bonito, puro, a pessoa destinada, sempre me faz bem até quando deveria me fazer mal. O problema sou eu. Eu guardo dentro de mim o mais puro sentimento que não pode se realizar de novo. Deveria guardar aqui dentro desse segundo coração... mas aí eu estaria juntando com as coisas ruins que virão...

Pretendo fazer como a Caixa de Pandora... Abrir meu coração verdadeiro, liberar todos os males e só deixar uma coisa dentro... a Esperança.

Então... qual o mal que estou retirando do meu coração e guardando nessa Clausura?

O mal de sofrer por algo bom... o que não deveria acontecer, afinal, me faz tão bem amar... o que me faz mal são esses pensamentos ruins que me veem. Pensamentos de que minha beleza não possui charme, pensamentos de que a esperança foi a primeira a sair do coração (da Caixa que supostamente comparo ao meu coração).

E eu ainda não descobri o que me faz tão mal na verdade... alias... descobri mais ou menos. É a perturbação mental que eu mesmo criei devido a "traumas"... eu não descobri como desenterrar tudo que tem dentro dessa Caixa e deixar apenas a esperança a vista. Esperança de uma mudança boa ainda nesse ano que me tem sido maldito (e nem só pra mim, como pra alguns de meus melhores amigos). E a esperança minima de que um dia tudo que perdi pode ser reencontrado...

Sou eu quem preciso me cuidar...

Mas ainda me sinto naquela velha necessidade de amparar meus amigos... e as pessoas mais próximas...

Mas do que serve um Mago* sem seu respeito não-imposto? Do que serve um mago que não serve de exemplo para os outros? Do que serve um Mago que nada possui para defender a si mesmo?

Um Mago que precisa reaprender (ou aprender pela primeira vez) a ser de fato um Mago.

Sou eu quem preciso me cuidar...


*Mago: Selo do Calendário Maia correspondente a mim mesmo.